Super Ibérica de Rugby
Portugal rompe su silencio
por Guillermo Adán • 9 Marzo 2009 | 13:50
C. Amado da Silva, presidente de Agronomía salta a la palestra informativa de la Super Ibérica dando, por fin, el punto de vista portugués de la polémica que ha envuelto las negociaciones del proyecto. En “O Cantinho do Presidente” el máximo mandatario del club portugués responde a Michael Robinson tras las explicaciones que este dio en Radio Valladolid de las ausencias de los portugueses de la competición que comenzará el próximo día 24 con un interesantísimo Korsarioak ante los Almogavers desde el Miniestadio de Anoeta.
El presidente luso, en una entrevista en la que no deja de remarcar la pelea en España entre los clubes pro SIR y la FER, achaca a estos y a los organizadores del Torneo todos los contratiempos que esta ha podido sufrir y ataca al rugby español al que acusa de una constante desunión que le ha llevado a estar donde está. Confirma algunos rumores que apuntaban a la negativa de nuestros vecinos a aportar la cuota que permitiera cubrir los gastos de participación en el proyecto.
Afirma de la misma manera no tener ninguna responsabilidad en los retrasos y cambios de un proyecto al que califica como interesante y al que según su versión han apoyado desde el principio porque “era y es bueno para el rugby ibérico” y pide el apoyo para una competición como la Copa-Taça Ibérica en la que si participarán.
A continuación os colgamos el texto integro y sin traducir del presidente del club portugués:
Tinha resolvido manter-me em silªncio até que terminassem as participações das nossas Selecções Nacionais, pois não queria – nem quero -, com algumas opiniões críticas que honestamente teria que manifestar, poder, minimamente, influenciar o ambiente de união e nacionalismo que, nestes, momentos, nos deve nortear.
No entanto, tendo tomado conhecimento de uma entrevista que o principal responsável pela SLI (Super liga ibérica) fez publicar num jornal de Valladolid, não posso deixar de quebrar um solidário silªncio previsto até que se iniciasse a Superliga!
Se compreendo que um qualquer ex-futebolista britânico desconheça que Portugal é um País, e uma Nação, das mais antigas da Europa que, conjuntamente com a Espanha, coabitam na Península Ibérica, tenho mais dificuldade em perceber que uma pessoa com as “responsabilidades mediáticas” que parece ter no seu País adoptivo, não tenha a mais elementar ideia do que significa – em portuguªs, claro… – a honradez, a lealdade e solidariedade…
É uma entrevista surrealista, com muitas inverdades e que não mais pretende do que justificar a sua incapacidade para conseguir conciliar os interesses dos clubes espanhóis entre si e entre estes – alguns – e a sua Federação!
Muito antes do Sr. Robison se interessar por uma competição ibérica já nós o fazíamos convictamente, ainda sem sucesso, é verdade, mas muito devido às dificuldades de entendimento entre as equipas espanholas e a sua Federação.
Para que não restem dúvidas vejamos o que se passou/passa? na realidade e compare-se!
Do lado das equipas portuguesas:
- Entendimento solidário entre clubes
- Compreensão e apoio expresso da FederaçãoDo lado das equipas espanholas :
– Desentendimento entre clubes
– Expresso desacordo da FederaçãoA questão fundamental que o Sr. Robison não aborda, prende-se, exclusivamente, com dinheiros, a única situação de desacordo que verdadeiramente sempre existiu e em que, Agronomia – e os restantes clubes portugueses – sempre mantiveram a mesma posição.
É uma questão de princípio de que nunca abdiquei e que se fundamente em trªs pontos, a saber:
– A participação de Agronomia no projecto reflecte-se na sua presença gratuita nos espectáculos
– Os sessenta mil euros pretendidos inicialmente, superariam, claramente, os encargos que o clube teria se tivesse que suportar todas as despesas com as quatro ou cinco deslocações a Espanha
– Agronomia, e as restantes equipas, não tinham qualquer intervenção no financiamento da competição, estando, por isso, dependente dos apoios que a Empresa, por sua conta e risco, obtivesse.Esta problemática foi sempre referida à Empresa e mereceu o seu acordo como, de resto, se pode constatar na primeira carta de intenções subscrita individualmente por todos os clubes portugueses!
As indecisões e dúvidas da Empresa conduziram a atrasos e adiamentos sucessivos, da sua inteira responsabilidade, com avanços e recuos, sem que os clubes portugueses tivessem, ou pudessem ter, qualquer intervenção.
Para encurtar razões, apenas refiro que, face à persistªncia das nossas posições, a Empresa resolveu vir, mais uma vez, a Lisboa e, numa última reunião na Tapada, depois de uma primeira posição em que a Empresa não aceitaria – contradizendo o que inicialmente estava acordado… – que os portugueses não pagassem os sessenta mil euros, acabou por propor um novo modelo de competição, em que, resumidamente, haveria duas “conferªncias”, uma espanhola, com sete “franquias” e outra portuguesa com quatro, apurando-se , oito para um “play-off”.
Nestas condições, a Empresa apenas se responsabilizaria pelas despesas do “play-off” e da “Final-Four” , que se realizaria em Espanha, num fim de semana!
Apesar deste primeiro acordo, conseguido na Tapada, mas que carecia, ainda, da aprovação da Empresa, fomos, posteriormente, informados de que teríamos que pagar a deslocação e os seguros relativos ao jogo do “Play-Off”, havendo, ainda, uma redução muitíssimo substancial dos prémios previstos…… situação que acabámos por aceitar, à excepção do Benfica que, legitimamente, se desligou do processo!
Deste acordo resultou uma nova carta, mais uma vez, subscrita, individualmente, por todas as “franquias” portuguesas, aí já incluindo a liderada pelo CDUP, por nós previamente convidado! Era uma segunda carta de compromisso que pensámos que, desta vez, seria respeitada…. depois de inclusivamente se ter indicado o nome das franquias e escolhido os equipamentos!!!!
Subitamente, sem que nada o fizesse supor, surge, agora, uma nova “decisão final” do Sr. Robison que, pasme-se, anuncia que expulsou as equipas portuguesas….. É, no mínimo, hilariante!
Ficam os meus amigos com conhecimento dos factos para poderem ajuizar de quem mentiu e não cumpriu, sucessivamente, com os compromissos …
Trata-se de uma entrevista patética que põe a nu as verdadeiras intenções daquele Sr….
Que respeitasse os parceiros, com eles dialogasse e que procurasse soluções, era o mínimo que se lhe exigia. Era, e é, um PROJECTO interessante que apoiámos desde a primeira hora. Era, e é, bom para o rugby ibérico.
Estivemos, e estamos, disponíveis para nos associarmos a pessoas e a Projectos credíveis. Não nos interessa fazª-lo a qualquer custo, a troco de palavras vãs e de duvidosa seriedade.
Temos relações amistosas e de grande cumplicidade com os Dirigentes dos clubes espanhóis com quem, há mais de um ano, negociamos. Daqui lhes deixo um repto para que nos possamos unir e regressar à proposta inicial que contemplava um verdadeiro Campeonato Ibérico de clubes, num momento em que as Federações de ambos os Países e a IRB parecem apadrinhar tal ideia.
Não ponhamos nas mãos dos outros aquilo que, juntos, sabemos e podemos fazer.
Continuo disponível e interessado em encontrar uma solução séria para o impasse criado, pese embora saber que está previsto nos calendários de ambas as Federações, a disputa da Taça /Liga Ibérica. Estamos a tempo de lhe conferir a dignidade que merece. Assim os clubes espanhóis também o queiram…
2 – Nem tudo foi mau neste fim de semana.
- Apesar de um jogo de qualidade inferior ao que podemos fazer, fruto, certamente, de tanto tempo de uma inadmissível inactividade competitiva – esse é outro assunto.. – a verdade é que, mesmo assim, vencemos por uma margem de 21 pontos a forte equipa do CDUL , qualificando-nos para mais uma Final da Taça de Portugal, que, estranhamente, só se disputará daqui a uns meses…..
- Portugal, conseguiu, mais uma vez uma excelente prestação no Mundial de Sevens, esperando, agora, que essa participação não venha a prejudicar a prestação dos jogadores no, mais do que decisivo, jogo com os espanhóis.
Parabéns!Com amizade
C. Amado da Silva

Guillermo Adán es Editor.
Ver más artículos de Guillermo Adán


Joaquin
Probablemente me equivoque, no tengo mucha idea de portugues xD
”Estivemos, e estamos, disponíveis para nos associarmos a pessoas e a Projectos credíveis. Não nos interessa fazª-lo a qualquer custo, a troco de palavras vãs e de duvidosa seriedade.”
Aparte del ataque a Robinson, ¿están los portugueses diciendo en esa carta que quieren unirse la Superibérica o lo contrario?
yoossie
A ver, la frase dice trextualmente:
“Estuvimos, y estamos, disponibles para asociarnos a personas y proyectos creíbles. No nos interesa hacerlo a cualquier costo, a intercambio de palabras vanas y de dudosa seriedad.”
Lo que yo infiero de lo que dice es que le parece una idea muy buena, pero que no tienen capacidad financiera para hacerlo y que si tuvieran el apoyo de las federaciones estarían dispuestos a unirse. De todas formas, creo que hay un desencuentro entre Robinson y los portugueses, y que si no se liman las asperezas entre ellos dudo mucho que se vuelvan a incluir en el proyecto (me parece raro que los clubes portugueses entre ellos no puedan pagar 60.000 euros y el dinero de los desplazamientos (deslocações), los cuales acepta que pidieron que no se pagaran -lo consiguieron con la inscripición-). Y a pesar que a mí me encantaría que Portugal formara parte del proyecto, que como dice Amado Da Silva (con su retórica) es muy interesante para la evolución del rugby en la península ibérica, creo que se deberían mirar otras posibilidades quizás con ProD2 o franquicias italianas (desde la mitad de abajo del Super10 hacia abajo)…no sé, pero creo que lo primordial es que se lleve a cabo esta edición y ya veremos que ocurre (si es un éxito en época de crisis creo que las siguientes serán mejores).
Shelford
Ahora ya no lo tengo tan claro, de aqui a que empiece pueden ocurrir muchas cosas, lo mismo que ha ocurrido con las franquicicas de “gibraltar” en miniscula a drede y las de Portugal, puede ocurrir con alguna de España, quedara un torneo de franquicias, alguien me dira si ahora los Chami y CRC no iran por la Copa, porque a fecha de hoy despues de DH, la competicion con mas carismas en segundo lugar es la copa.
Ahora resulta que los Portugueses si estan a favor de competiciones tuteladas por las Federaciones y no por personal privado externo al rugby actual.
Creo que todavia queda esperar acontecimientos.
David Suárez
Me parece claro. Lo fundamental es el dinero. Luego vienen algunas pequeñas cosas que se vuelven grandes cuando lo fundamental no está claro. Por ejemplo, en España las cosas no fueron bien ¿como pedir que vayan bien en Portugal, donde no son promotores del invento?, otro ejemplo, que queda al aire con la frasecita a Robinson (eso de que a un exfutbolista británico …), el de cierto orgullo patrio dolorido, es decir, desde el principio, parecía que se les hacía un gran favor a los portugueses, cuando el favor es mutuo. Los beneficios de una competición como la diseñada son para ambos paises, tomados con todo el respeto que merecen dos naciones soberanas (no está de más decir esto, porque a veces se leen cosas que no guardan el debido respeto hacia un gran país como Portugal, que es nuestro mejor vecino). Debo decir que, aunque sea una de esas pequeñas cosas que acompañan a la fundamental, el dinero, me gustó el mensaje del Sr. da Silva a Robinson, y de paso a todos nosotros.
En todo caso, España tiene capacidad para iniciar el proyecto en solitario, dimensionandolo a la nueva realidad. Solo hay que lanzarlo y ver que pasa. Si sale bien, ya se uniran otros. Lo que no puede ser es la vía de las competiciones federativas.
Saludos.
Nicolàs
disculpen la ignorancia pero si los portugueses se bajan de la liga iberica, no es mejor que sigan con la Division de honor e ir profesionalizando cada vez mas su liga???
saludos, nicolás
Gonzalo
Pues lo más lógico sí sería potenciar la División de Honor, que ya está montada y en marcha. Lo que pasa es que la División de Honor depende de la Federación, con los derechos televisivos perdidos en el interespacio (es curioso que quien los tiene se comprometa a retransmitir la LSI y no la DH), con poca proyección mediática, etc.
Parece que el nuevo impulso de la LSI pretendía precisamente renovar el panorama del rugby español desde el punto de vista mediático y de mercado, cosa que parece imposible si se encuentra en las manos de la Federación. Además, la LSI es un proyecto privado en el que sus promotores buscan beneficios económicos, cosa que no hay que olvidar, y que me parece muy bien dicho sea de paso.
shuu
Hombre la idea es que sea la tele (canal+) quien dirija de una u otra forma una competición deportiva que de el suficiente espectáculo para atraer no solo a los frikis del rugby sino al público general.
Lógicamente nuestra div de honor no atrae ni a los propios frikis, ni se asegura que los equipos salgan con las mismas camisetas (o se pueda leer el número) por lo desgastadas que están.
Así que sí, que o nos ponemos de acuerdo en dar espectáculo o seguimos dando el espectáculo de siempre.
Mientras sigamos así, bajaremos del 6 naciones B al C que no existe, a jugar con la todopoderosa Grecia
David Suárez
Una DH renovada, tras una renovación total del sistema competitivo en España (incluida la despararición de una de las tres competiciones nacionales), y con la presencia de una ACR representativa en los órganos de control de esa Nueva DH, podría ser una vía. ¿Pero son demasiados condicionantes, no? ¿Se puede suponer que los que no han hecho nada hasta ahora por renovar el rugby español, se conviertan en furibundos reformadores? Como no me creo nada, yo sigo apostando por una competición ajena a la FER, con o sin su apoyo, como forma de renovación. Si sale bien, la FER no tardará ni cinco minutos en sumarse al carro, e incluso pedir un papel de relumbron.
Saludos.
Nicolàs
por lo veo el problema para intentar “comercializar” su liga es ni mas ni menos que la FER, que pena que en paises como españa y argentina el problema sean los dirigentes del rugby.
saludos
yoossie
Exactamente Nicolás, es una pena que el problema sea de los dirigentes, los cuales se aferran al sillón por no sé qué egocentrismo.
En España el problema es que la FER no hace nada, no inventa nada, hace unos meses los “chicos” de balonoval.com le hicieron una entrevista a Alfonso Mandado (presidente de la FER) y dijo que llevaba 10 años buscando patrocinios para conseguir hacer una Selección Development para mejorar a la selección…y yo me pregunto ¿cómo es posible que no encuentres dinero en 10 años de bonanza económica para hacer una selección de desarrollo? Y ahora más apremiado porque se ha dado cuenta de que nos estamos hartando de su inactividad se saca de la manga una Academia de Rugby, para jugadores entre 14 ó 15 años a 21/23…
Pues eso es lo que pasa, que la liga española está semiprofesionalizada, pero no se consigue mayor cantidad de dinero, porque la competición es cara (fichas de jugadores, desplazamientos, y luego lo poco que cobran los profesionales en España). Y sin embargo, se da la circunstancia de que la FER a veces no ponen ni jueces de línea en los partidos de División de Honor…ya ni hablemos del resto de competiciones que la FER sabe que existen porque les cobra las fichas federativas, pero por el resto les da igual lo que pase en ellas…eso sí, que no se retrasen en los pagos…
Que pena, pero esto es así.
Phil Bennett
No seré yo quien haga una versión ni pretenda leer entre lineas lo que el presidente de Agronomía dice, sobre todo porque no conozco a esta persona y resultaría muy frivolo hacerlo, pero, en mi opinión, es perefectamente legítimo que pretendan participar y no pagar el canon (Robinson dice en su entrevista que, incluso se les admitió esa posibilidad).Por otra parte, también me parece perfectamente legítimo que a las franquicias españolas no les haga ninguna gracia que ellos paguen y los portugueses no ( me consta que a alguna franquicia española le parecía mal esta discriminación).Al margen de todo esto, hay, en mi opinión, una grandísima confusión con tanta competición; esto quiere decir que habrá una lucha a muerte para que prevalezca cada una de las posturas encontradas.Y esta confusión la tienen los Clubs, jugadores, aficionados, etc.. ; solo se aclarará cuando pase cierto tiempo y las diferentes competiciones se hayan asentado o desaparecido.Hasta que punto llega la confusión que en este mismo foro se palpa, que se habla de franquicias italianas, Pro2 para jugar en la SIR y no nos paramos a pensar que en España, al margen de estas 6 franquicias actuales se pueden crear otras 6 tan buenas como las 6 actuales o ¿alguien pone en duda que si aparece el dinero (no nos olvidemos que las franquicias son empresas) no puede surgir una gran franquicia en La Rioja, por ejemplo?.Creo que es el momento de analizar las situaciones con cierta frialdad, aunque ya sé que de esto (frialdad) falta bastante.
Jhon Eales
Perdonad mi mal espanhol pero yo ha conocido este site em un blog portuguªs hace algun tiempo e os quiero contar la experiencia portuguesa. Nunca escrivi aqui porque creo que basta alvaro como representante del rugby luso (lol). Empezar por dezir que juego rugby hace 20 años en portugal y obviamente vivi el crescimiento durante estos mismos años. Decir también que mucho se ha tentado para evolucionar al rugby y apenas una persona lo ha conseguido (opinión unánime en Portugal): Tomás Morais, el seleccionador portugués. Antes de este persona se han intentado selecciones regionales e incluso un club llegó a jugar la challenge Cup (Coimbra lo ha hecho por lo menos). Me recuerdo muy bien cuando espanha fue al mundial y como se hablaba de la evolucion del rugby espanhol y de la imposibilidad del rugby portugues algun dia chegar a su nivel. Hasta que un dia llegó tomás a los mandos de la selección. En esa altura el rugby era completamente amateur excepto os australianos e neozelandeses que ya jugaban por aquí. Recuerdo que com tomás los jugadores luso-franceses dejaron de venir a la selección y se trató de trabajar a los jugadores portugueses. Su buen trabajo permitió una cresciente mediatización del rugby principalmente en los periódicos deportivos (como A bola). Importa decir que para esta mediatización fue muy importante el seven donde somos 4 o 5 veces campeones europeos en los ultimos años. Interesante es ver que Pablo Feijo decía eso el otro día en Total Rugby. Al trabajo físico tomás añadía un gran trabajo psicológico (género Yes we can) y los resultados del XV fueron apareciendo en el VI naciones b ya con algunos jugadores argentinos para el pack avanzado. Con estos resultados del XV la mediatización fue aún mayor y obviamente su punto alto fue el mundial de 2007 en Francia. Importante es decir que aquí la FPR tuvo la labor de encontrar patrocinadores importantes para la selección pero también para los clubes ( los clubes de la 1ª división son patrocinadas por las dos mayores marcas de cerveza Super Bock y Sagres juntamente con sus propios patrocinios). Deportivamente este exito del mundial permitió crear un Centro Nacional de Treino donde jugadores desde lus sub-16 (creo) hasta los séniors so pagos para trabajar en ginásio y entrenar. O sea, ya no sólo se trabaja los séniors sino que hay una asimilación de métodos para todas las edades. Obviamente esto pasó tambien para los clubs que mejoraron su nivel juntamente con más dinero de los patrocinios que permitió ir buscar más extrangeros (por ejemplo, agronomia este año tiene 7 extrangeros quando a algunos años atrás los clubes tenian normalmente 1 o 2 como máximo). Pero apesar de todo, es importante no olvidar que la mediatización está y estará en la selección y el CNT porque los clubs no tienen capacidad de crecimiento que les permita soñar llegar a competiciones europeas.
Puesto esto, dejadme que os diga que no necesitais a los clubs portugueses para nada. Obviamente que seria interesante acer una SLI pero la mediaticación está en la selección de XV y de VII, que es lo q atrae dinero. Aqui ni todo es bueno. Los clubs portugueses tanpoco se entienden tan bien como parece . Y os digo más, los persupuestos de los equipos portugueses son mucho menores que los españoles. El CRC y El Salvador tienen muchos más profesionales que los clubs portugueses, sino preguntad lo al nº10 del CRC Pedro Cabral.
Por fin solo os digo que los jugadores de la selección portuguesa trabajan juntos en el ginásio todos los dias y pelo menos entrenan dos veces a la semana cuando no están en medio de competiciones internacionales, exceptuando 3 o 4 que juegan en el extranjero, porque aqui todos los jugadores son de lisboa y eso beneficia nuestra selección logicamente.
Bueno, aqui os dejo mi opinión larga para que penseis.
Saludos
John Eales
gracias por borrar mi comentario. No lo entiendo sinceramente.
yoossie
John Eales creo que no lo borraron es que el moderador tiene que aprobarlo antes de comentar.
Por otro lado, gracias por darnos la visión del rugby portugués…y esa es la gran diferencia que aquí es imposible juntar a todos los seleccionados porque juegan en distintos equipos (a pesar que en el CRC juegan muchos desde este año). También se habló aquí de hacer centros de entrenamiento, y es más, se ha pensado en hacer una Academia Nacional de Rugby en la que entrenen chicos desde los 15 años…pero con varias sedes (no todos juntos). Lo de los presupuestos, pensemos que aquí tienen que hacer muchos más viajes y lejanos (Villajoyosa-Getxo es muy dificil de hacer, largo y costoso), y que hasta este año no había tantos profesionales en España. Y lo de Tomas Morais, estoy de acuerdo es un gran entrenador y, si además tiene la suerte de tener a todos sus jugadores cerca para que puedan entrenar durante la semana juntos y luego jugar para sus clubes…por cierto, si entrenan todos los días o son profesionales con becas o tienen unos trabajos adaptados para que puedan entrenar cada día.
Lo del 7, completamente de acuerdo, recordemos que en el mundial de Mar del Plata ganamos a Inglaterra…y, sin embargo, hemos perdido todo el trabajo antes realizado…
Espero que hayas entendido las grandes diferencias, mientras vuestra federación apostó por buscar patrocinadores, no sólo para la selección sino también para los clubes; la nuestra no aprovechó lo del mundial del 99 para intentar evolucionar…
Shelford
John, muy buena apreciaci0n, yo estoy contigo el rugby de España debe de crecer en España.
Nicolás
yo creo que ustedes(los aficionados el rugby español) apuestan a un crecimiento de la competicion domestica, para potenciar su seleccionado,(algo asi hicieron con la acb y el seleccionado de basquet de España que les salio perfecto, aca en argentina hicimos los mismo jeje, tomamos su modelo acb para crear la LNB o liga nacional de basquet) a diferencia de Portugal que se dedico a fortalecer su seleccionado y en mucho menor medida su liga. Visiones diferentes de potenciar el rugby en una nacion, las dos son validas pero primero hay que ver cual es la mas apropiada para la realidad del rugby español, aqui en argentina nos encantaria profesionalizar alguna competicion local, o crear una franquicia de super 14(si es que nos dan lugar), pero la realidad es que no hay dinero suficiente, entonces lo mejor es tener jugadores empleados por la UAR que se sigan desempeñando en sus clubes.
saludos
Jhon Eales
yoosie lo que te puedo decir es que actualmente los jugdores de la selección son profesionales y reciben 1000 euros al més pero casi todos tiene sus propios trabajos. Lo que hacen es entrenar por la mañana (tipo 8 de la mañana) y por la noche (por las 20:00) gracias sobretodo a la proximidad geográfica (nuestro gran trunfo sin duvida).
En relación a los presupuestos: perdona pero no es solo para pagar los viajes. Yo veo a equipos como CRC, El Salvador, La Villa o el Ciencias y veo la cantidad incrivel de extranjeros que hay (en La Villa por lo q entiendo es impresionante). Eso supone que hay buen dinero.
En suma, lo que os digo, la selección fue la base, y continua siendo, de todo. El video que os dejo a seguir abrió todos los noticiarios de ese dia. Y siempre con la misma mensaje: los amateurs portugueses llegan a un mundial solamente con sus ganas y capacidad de trabajo. Me acuerdo de la cantidad de blogs que no tenian nada q ver con desporto que puso ese vídeo y los comentarios diciendo q los futbolistas debería aprender de estos chicos, que eran el orgulho de la nación, etc etc etc. El capitán Vasco Uva es un héroe hoy en dia.
http://www.youtube.com/watch?v=Oi0l3bx3gOc
Con este mensaje y esta actitud muchas empresas y el propio gobierno empezaron a invertir en el rugby portugués. Se está enseñando en las escuelas, se construyen infrastructuras para apoyo a la modalidad. El propio IRB nos ayuda con dinero, partidos (Saxons, Canadá, Ulster y Conacht) inclusive con un entrenador de avancados neozelandés.
Si me preguntas por el campeonato, te digo que es una mier**. Solo hay 4 equipas buenas, la otras pierden con estas por 50, 60, 70 incluso 90. Pero eso no interesa porque no sale en los medios de comunicación.
Si la SLI es la salvación de rugby español yo tengo muchas dudas sinceramente. No se porque esta competición dará el salto qualitativo necesario. Pero bueno, es un proyecto, y creio que todos deberían apoiarlo. Si ya somos pocos, más unidos tenemos que estar
Saludos
yoossie
John Eales, mira ya ha salido la convocatoria del partido frente a Portugal y si ves de donde es cada uno: Madrid, Valladolid, Sevilla, Getxo (Bilbao), Sant Boi (Barcelona), y luego los franceses (además de los españoles que están en Francia e Italia). Pues ese es el problema…
Lo de los presupuestos, sí, seguro que son mucho más altos, pero no todos cobran dinero de los extranjeros; y los que cobran dinero, no creas que cobran mucho más de 1200 euros/mes (algo con lo que se puede vivir, malamente, aquí en Madrid, por ejemplo); si a eso le sumas que si son profesionales completos, no tienen otro trabajo…y que para entrenar juntos lo deben hacer cuando vienen los otros que no son profesionales (a las 20:00 o así, porque aquí se entra a trabajar como muy tarde a las 9.00 a.m. y se hace muy dificil entrenar antes, porque no hay luz hasta las 8.00 am-hora a la que se suele entrar a trabajar, sino es a las 7). Y, la verdad es que entrenar tras 8 horas de trabajo, creo que es lo que menos le puede apetecer a una persona…pero quien algo quiere, algo le cuesta.
La liga española es que es la base de nuestro rugby, por eso creemos que debemos de mejorar la liga para mejorar el equipo nacional, porque ni el gobierno español ni la federación de rugby hacen nada por el rugby (lo más duro es que el estadio de la selección española está en frente del Consejo Superior de Deportes y de un Centro de Alto Rendimiento, que no usamos para el rugby). Sólo, y esta es mi opinión, si conseguimos mejorar el nivel de los equipos y estos pueden hacer algo en Europa, conseguiremos que la gente se centre más en el rugby español y se consiga más dinero para los clubes. Como dice Nicolás, nosotros queremos seguir el ejemplo del balonmano (handball) o el baloncesto (basket), mejorar las ligas nacionales para mejorar a la selección. Es un camino largo y difícil, pero es un camino que en España se ha demostrado útil, a largo plazo. Ojalá, que nosotros pudieramos llevar el rugby a los colegios , por ahora sólo se puede por iniciativa de los clubes, que, obviamente, lo primero que quieren es conseguir que vayan a su club a jugar…y, alguno se apunta. Esta es la realidad del rugby español, si quieres profesionalizarlo, tienes que hacerlo por los clubes, porque son los únicos que apuestan por los jugadores; sin embargo, ya podrían becar la FER a aquellos jugadores de la selección para seguir un entrenamiento específico acordado con los clubes que mantuviera a unos 60 jugadores preparados para jugar.
Nicolás, también esto es una respuesta para tí, es así, el problema es que en España en 10 años de bonanza económica la federación no se planteó hacer algo para conseguir que hubiera jugadores españoles profesionales gracias a la FER (David-Suarez, ya sé que esto es lo que más odias, pero se podría haber hecho para mejorar la selección y de ahí obtener más dinero hacia los clubes). Y tampoco se ha conseguido crear un España A para foguear a los jugadores y salvar las distancias entre la competición nacional y la internacional. Y tampoco se les ha ocurrido hacer una liga Sub-23 para salvar las distancias entre juveniles y campeonatos regionales/nacionales. Nuestra federación es incapaz, y lo más duro es que los propios clubes ignorados (que son los que eligen, junto con las federaciones territoriales) siguen eligiendo a esta misma persona que hasta que no ha salido lo de la SIR no ha mostrado ninguna intención de mejorar lo que ya había…ahora, cuando vio que se le podría escapar la liga de las manos, pues en un año ha hecho más que en los 8 anteriores…al menos ha sacado más ideas al aire…lo cual ya es decir algo más que en 8 años.
PD: Me muerdo la lengua para evitar insultar a nadie y que nuestro moderador, con razón, borre mi comentario. Pero no por falta de ganas…
Shelford
Yoossie
Yo sigo pensando que el exito es atraer a jugadores de base a la juventud, yo jugue federado al balonmano desde alevin hasta juvenil, que me fui a la Universidad y me canbie por el Rugby, el exito del Balonmano fue entrar en los colegios y que hubiera una competicion escolar de balonmano, ese fue su exito, todos los colegios tenian equipos de balonmano luego solo hubo que recoger la cosecha, ahora con dos hijos uno juega al futbol y el otro a Baloncesto, en ambos casos los dia de competcion y entrenamiento hay cola acaba un partido y empieza otro, acaba un equipo el entreamiento y esta el otro esperando.
Esta claro que con el Rugby sera muy dificil conseguirlo, pero en otros deportes como el Atletismo yo tengo compañeros que se levantan a las 6 de la mañana para hacer dos horas de preparacion, y luego por la tarde otras dos, y asi todos los dias, ahora nosostros siempre nos escudamos en no ser profesionales, los corredores que te hablo son amateurs no cobran un duro, solo que les gusta el Atletismo y corren su maraton, sus pruebas regionales participan con un Club etc etc, lo he dicho en otro foro, Argentina no tiene Rugby profesional, pero si invierte en la base, y es una de las mejores del mundo, nosotros que queremos sacar un equipo puntero momentaneamente o tener una competicion con una vida larga y futuro.
Yo ahora creo que lo mejor hubiera sido ayudar y apoyar lo que hay, mas que inventar, porque el invento no deja de ser un Gran Hermano televisivo que si no tiene la repercusion televisiva se ira al traste, o tu crees que este proyecto funcionaria sin tele.
Cuidado podemos perder todo lo que se ha ganado, que aunque parezca poco algo es, porque no me negaras que la competicon de DH ha subido de nivel.
David Suárez
Es bueno volver la vista atras. En realidad ¿porqué surgió el invento de la LSI? No fué porque se viniera gestando y apareciera, fué porque fracasó un intento anterior de mejorar las competiciones de rugby, el intento de la anterior ACR. Cuando aquello fracasa por insolidaridad, torpedeo o lo que sea, aparece lo de lo ibérico, aprovechando un supuesto interes portugues por competir conjuntamente. Entonces ya manifesté mis dudas más que superficiales a esta mezcla de paises, y ahora, comprobado el problema, toca volver a los inicios. España necesita una Liga de rugby profesional, la que sea. La necesitan los chavales de los colegios que quieren ver a sus ídolos por la tele, que quieren seguir a sus equipos en sus viajes fuera de casa, etc. ¿Tan dificil es de entender?. Los jugadores, en nuestra sociedad, vienen despues. Si no fuera así, bastaría con que alguien introdujera el ¿criket, por ejemplo?, y se sentara a esperar que poco a poco acabara jugándose en toda España, a base de contagio.
Yoossie lo dijo, si en diez años de bonanza la actual FER no ha conseguido una competición medianamente aceptable, ¿cómo lo va a conseguir ahora?, mejor aún ¿realmente lo quiere?.
Y el eterno cantar de la Selección. Esta, con ser todo lo importante que se quiera, no es el fin del rugby. Ahora mismo, tenemos una Selección séptima en el mundial, ¿va a significar eso que miles de mujeres van a llenar los campos de rugby de España?. La Selección es un síntoma del estado de nuestro rugby, y podría darse el caso de tener un rugby de pena y una Selección buena, algo así parece traslucir lo que dice nuestro amigo de Portugal, Jhon Eales. Porque Portugal tiene la proximidad, pero no tiene el tamaño, para una competición aceptable. Es su problema, y lo solucionaran como quieran, pero no es el nuestro. El desarrollo de nuestro rugby no pasa por Madrid, es policéntrico, en consecuencia, solo una Liga atractiva puede recoger esos focos dispersos y ponerlos en común. Ese es nuestro potencial, lo tenemos bien fácil.
Y, por cierto, creo que fué Nicolas quien dijo que a los argentinos les gustaría tener un equipo en super 14, etc., pues bien fácil lo tienen, solo hay que eliminar de los estatutos la retrógrada norma de prohibición del profesionalismo y la cosa iría ella sola. No deben ser todos los argentinos los que lo quieren, cuando aún no han podido eliminarla. Como en España, los partidarios del rugby del pasado (conservadores) son muchos, a pesar de que se transmita la idea de que todos pensamos lo mismo y tal y tal.
Saludos.
Shelford
Ahora me hago una pregunta.
Que pasaria si los Portugueses se hechan para atras de la competicion IRC?
España quedaria tocada del ala, los Portugueses sin moverse han torpedeado nuesta posible liga Profesional y ademas generara un enfrentamiento entre los Clubes total, pues ojito que esto puede ser lo que ocurra, por que el mayor beneficiado de que España vaya para atras es Portugal.
David Suárez
Shelford, tu modelo no es nuevo. Es el que se lleva aplicando desde que el deporte aparece en nuestra sociedad, la progresión por contagio. Vale cuando encuentras un territorio virgen, por ejemplo, la España del siglo XX, desarrollándose económicamente e incapaz de ofertar deportes propios por motivos que no vienen al caso. En ese terreno abonado y vírgen, muchos deportes han florecido y otros, que no quisieron o pudieron, fracasaron. Pero estamos en otro mundo. Los chavales de hoy día tienen otras ideas a los de mediados el siglo XX, otras ofertas alternativas, y sobre todos, otros deportes competitivos, muchos deportes competitivos. Algunos directamente competitivos con el nuestro, y no es por supuesto el caso del fútbol.
Con respecto al balonmano y el baloncesto coincido contigo, lo hemos analizado muchas veces, su triunfo es ofertar un deporte DENTRO del colegio (perdón por el uso de mayúsculas, pero es para resaltar). Solo si ofertamos lo mismo, podemos competir. Hasta ahora el planteamiento es llegar al colegio y sacar a los chavales, ¿podemos hacer lo mismo que el balonmano?. Fijaros que en el rugby americano (yo sigo con lo mío), siguen siendo los colegios el vivero, porque ellos pueden tener campos así en muchos de sus colegios, y allí donde no los tienen, son todos baloncestistas.
Dicho todo lo anterior, coincido contigo en que, en el rugby actual en España, predomina lo lúdico sobre lo deportivo, sobre entrenar y sufrir para conseguir resultados. Es la consecuencia de concebir el rugby como un juego semireligioso, es decir, como era el rugby (o su antecesor) antes de entrar en los colegios ingleses, en lugar de un deporte.
Saludos.
yoossie
No te niengo lo de la DH, pero no veo posibilidad de perder nada de lo ganado. Sino funciona pues seguiremos como hasta ahora, con algún que otro partido colgado en Internet (tras yo decirlo hasta la saciedad en esta página y en Patada A Seguir, la verdad es que no entiendo que no se les haya ocurrido hasta ahora…por cierto eñe ¿para cuando el próximo?), mejorando poco a poco y con los mismos apoyos (gracias a todos los patrocinadores que están apostando ahora por el rugby y que casi siempre han apostado por él) que aumentarán poco a poco su participación y se seguirá mejorando la División de Honor de a poco, como hasta ahora evolucionando linealmente mientras nuestros vecinos y contrincantes en el 6N B evolucionan exponencialmente.
Lo de la televisión, es cierto, sin ella está muerto, pero creo que se habrá pensado en, por lo menos cerrar un acuerdo a 3 ó 4 años, para que no se retire la televisión a las primeras de cambio…
Lo de Argentina, no es indicativo, llevan 100 años haciendo lo mismo, nosotros hasta hace 5 ó 10 años casi nadie empezaba en el rugby con 4 años…sino con 18 como muy pronto. No tienen rugby profesional, pero tienen una base de 100 años, y se ha empezado a profesionalizar a sus mejores jugadores (PladAr) para poder competir con los Jaguars (anteriormente llamada Argentina A) en competiciones como la Churchill Cup y que estos jugadores den un salto menor entre su competición y un futuro 4 Naciones. Aparte, la IRB, les está diciendo que podrían profesionalizar su Campeonato Nacional, para hacer una especie de campeonato regional profesional (con sus selecciones regionales) junto con Chile y Uruguay; pero les falta dinero para ello…y eso que reciben un buen dinero por parte de la federación internacional…lo de tener una franquicia en el Super14, pues por ahora es dificil, pero creo que podrían usar directamente a su combinado A…lo que ocurre es que aún les falta un poco de formación (y dinero) para poder participar de igual a igual con las otras franquicias del Super14…
Lo del atletismo, estoy de acuerdo, muchas mañanas a eso de las 7 de la mañana me cruzo con gente que está corriendo…y ese tipo de entrenamiento claro que lo pueden hacer los jugadores de forma individual…pero el entrenamiento de fuerza, o la técnica, ese debe de entrenarse con alguien que te ayude y te enseñe tus errores…si además, sólo se entrena 2 días por semana…pues apaga y vámonos…hay que intentar entrenar todos los días…pero después de 8 horas de trabajo + 2 de comida…malditas las ganas…¿no?
Lo del balonmano, completamente de acuerdo, yo jugué a él, precisamente porque fueron a mi colegio, luego no seguí, pero otros de mis compañeros de equipo sí. Deberíamos formar ligas escolares (llevo dicíendolo 4 meses de seguido) y no intentar llevar a los niños al club lo más pronto posible…es al revés, formar unos jugadores, explicar a los padres que no es ni más ni menos violento que el fútbol y luego aquellos que quieran jugar más, pues darles la posibilidad de que vayan a un club (tal y como hacen en balonmano o baloncesto). Y también se pueden crear escuelas municipales de rugby al estilo del fútbol, que no tienen por qué convertirse todos en jugadores de clubes, pero sí tener una cantera de la que puedan tirar también los clubes…
jugador
lo de los colegios estoy al 100% de acuerdo con vosotros. la cuestión es: ¿quien va a ir a los colegios a enseñar el rugby? si son los entrenadores de los clubes, estos, ya que lo hacen gratis y por amor a su club, lo que buscarán será enseñar un poco el rugby y llevar a los chavales al club, para que paguen la ficha y para que agranden la cantera del club (es lo lógico, y lo normal, si tu trabajas por amor tu club, quieres que tu club mejore, te dará igual que se conozca el rugby si luego no ves eso reflejado en el campo); por lo que insisto: falta personal. si la FER en vez de preocuparse de crear competiciones que NO le pertenecen, ya que pertenecen a los clubes, se centrase en llevar a entrenadores suyos a los colegios para enseñar el rugby, otro gallo cantaría!
la cuestión no es trazar la teoria, la cuestion es llevarlo a la práctica, y saber ver las limitaciones: si el trabajo lo tiene que hacer el club, el club querrá ver las respuestas, no son ONGs… pero como la federacion no hace nada, pues ale! insisto, david suarez, llamalo rugby americano, llamalo X, ya me dan igual estas discusiones de altas esferas (que podemos seguir hablando teoricamente todo lo que quieras que es muy divertido, no te lo niego) de si rugby 7, de si rugby en los colegios; el problema es que tenemos equivocados los objetivos: el objetivo de la fer es la promocion del rugby, no el de crear lligas para sacar más pasta!
saludos
PS: david suarez, no es una critica ni nada, es un “alegato” a que mola discutir en los foros, y está muy bien lo de rugby playa, y está genial lo de “ideas para majorar”, pero hay que ser prácticos; muchos estamos metidos en clubes, como jugadores, amigos, ayudantes, directivos, todos vemos lo que pasa, y lo que pasa es que a los clubes se les pide todo, y se les da nada…ni siquiera hay arbitros para todas las categorias…por favor! pero e! viva la fer por hacer una super copa iberica!
Shelford
Una cosa esta clara, sin una competicion atrayente, los chavales los crios no se acercaran a este deporte, yo la pena es que cuando parece que alguien se iva atrever a meter dinero en este deporte, que por cierto yo no recuerdo un caso igual en la historia del Rugby Español, demostramos la desunion que existe, que seguramente deberian de haberlo planteado de otra forma con unas miras mas a medio y largo tiempo, pero la TV quiere resultados rapido, y ese ha sido el problema, que de la ñoche a la mañana han querido crear una competicon propia profesional saltandose todo lo establecido, y yo creo que eso es una equivocacion.
Por muy poco que nos gusten los estamentos, no te los puedes saltar, y tienes que contar con los Clubes, y decir aqui estan las franquicias y el que quiera que se apunte, creo que se han equivocado en el planteamiento, tomemos la TV y aportemos a los Clubes, porque hasta ahora estos Clubes son los que han hecho posible el rugby en España, mejor o peor, pero lo han conseguido, y siempre perdiendo porque este deporte ha dado muy poquito, solo satisfacciones deportivas y algunos hace muchos años que ni eso pero seguimos apoyandolo esperando mejores momentos, yo esperaba ayuda e inyeccion economica, y ha traido mas guerra dinero no lo se y los resultados los tenemos a la vista, todos a la greña, a ver que te contesta para responderle, poco constructivo, menos mal que todavia quedais alguno con los cuales se puede opinar y charlar de Rugby.
yoossie david john, gracias por lo menos me haceis pasar mas divertido el rato del curro
vipedo
Por lo que me han contado, los portugueses se han borrado del proyecto de la SIR cuando se han enterado de que es una actividad que no cuenta con ningún apoyo oficial internacional, puesto que, pese a lo que aseguran sus promotores y organizadores, ni la IRB ni la FIRA ven con buenos ojos el invento y nunca han dado el visto bueno al mismo.
David Suárez
Pues olvidemos ya la LSI, si es que la das por muerta, vípedo, aunque es posible que “…los muertos que vos matais gozan de buena salud …”
Concentremonos en ideas mejores. Hablemos del rugby en los colegios. Jugador, el rugby no se enseña (más allá de lo básico en dos tarde, como el otro), al rugby se juega. Así que no se necesitan monitories de la FER, los monitores pueden/podemos ser los voluntarios de los clubes, pero ¿que pintamos en un colegio si no vamos a competir en nada?, si tras las primeras apariciones estelares cogemos a unos cuantos chavales y les decimos: aquí no hay hierba, nos vamos a un campo que hay a … km de aquí, no te olvides de decirle a tus padres que te lleven un par de días a la semana.
Para promocionar el rugby en los colegios (léase Institutos), se necesita una competición de lo que se puede, y eso no es otra cosa que rugby de toque, con o sin cinta, pero de toque. Y esa competición debe ser finalista, se justifica por sí misma y pude acceder por ese motivo a los campeonatos de deporte escolar (no solo hemos renunciado al deporte olímpico también o otras muchas manifestaciones positivas del deporte moderno). Cuando se consigan pequeñas competiciones de este tipo, no dudo que de ellas se puede ir sacando chavales para jugar en los clubes, eso es lo que hacen otros deportes e incluso el fútbol lo está haciendo ahora con el futsala, tras haber rectificado su error inicial, el mismo que el nuestro.
Pero os recuerdo mi experiencia, cuando yo lo intenté se me recriminó que los chavales deberían ir a la hierba lo antes posible (¿a que hierba?), por no se que asunto de la socialización del contacto (¿?). Y luego está el ansia recaudatoria, puesto que cuando se puede hacer un campeonato de tocatas, se desecha a favor de las cintas, porque estas dejan dinero y lo otro no.
Efectivamente, Sheldorf, necesitamos entendernos con los estamentos, pero no necesariamente con las personas que actualmente lo dirigen. Hay que cambiar las personas, en la FER y en la ACR, y luego negociar planes de desarrollo en la base, que esa es la mejor tarea de la FER, para mí mejor que contratar un entrenador de postín para una Selección que no tiene los seleccionables que quisiéramos.
Saludos.
josep
Para mi:
- Dejar andar a la LSi, ya veremos…
- Colegios, Touch, inprescindible.
- Televisión vital, pero en abierto o al menos una parte en abierto, sino, el efecto no es el mismo ni remotamente en un deporte por aqui inexistente.
yoossie
De nada shelford, a mí me ayuda a distraerme un poco del estudio…
Josep, llevo diciendo la misma idea mil veces (a ver si una vez me leen los responsables de sogecable), el canal 40 latino de TDT se podría modificar por un M&D (Música y deporte) en el que…bueno creo que se entiende lo que llevaría el canal…y poner partidos de cualquier deporte de esos que tiene los derechos C+ en diferido, partidos de la NBA, 6N, NFL…etc. Así tendrían a todo el público jóven, y aparte a los amantes del deporte… Que nos gustaría que fuera en directo, claro, pero a falta de pan…bueno es rugby en diferido xD
Y David Suárez, lo que no entiendo es que haya alguien (por mucho que haya patentado la idea) que cobre por poner 6 cintas en un cinturon para enseñar un juego…Es ilógico, pero si tienen esa potestad, pues habrá que inventar algo o usar algo gratis…pero el problema es que hacer una competición escolar…no sé a quien le corresponde ¿a la federación territorial?¿al ayuntamiento? ¿a la comunidad autónoma?¿a la federación española? ¿al csd? No sé, pero algo hay que hacer…aunque sea coger un pueblo en el que haya varios colegios y presentar la idea a los distintos colegios, explicando a la AMPA (Asociación de Madres y Padres de Alumnos) que este deporte no es agresivo y menos aún en la modalidad de Touch, explicando que hay iguales lesiones en el fútbol o en el baloncesto…lo ideal es que sea en un pueblo/ciudad grande cercana a un equipo de rugby, pero sin la intención de llevarte a los chicos al club inmediatamente, se dan las clases, se les pone a jugar entre los colegios (por ejemplo aquí en Madrid se me ocurren Majadahonda y Las Rozas que tienen 2 equipos y bastantes colegios) y tras la temporada escolar, llevarlos a ver partidos del equipo senior y de los equipos de la escuela de rugby…y seguro que algunos querrán seguir y otros no, pero los que no, si quieren seguir a lo otro, pues ampliar la competición escolar… No sé si me he líado.
David Suárez
Ya he contado varias veces mi experiencia, Yoossie (parezco el abuelo batallitas). Tras haber iniciado en una determinada villa asturiana una experiencia de introducción del rugby sala en un instituto, conseguí un mínimo grupo. Como era parte de mis prácticas, daba cuenta de los progresos a la Federación regional, donde me indicaron que el objetivo no era seguir con aquello, sino pasar a un campo. Se supone que cualquier campo, incluido un prado de vacas, todo menos la sala, considerada prohibida por el rugby. Cuando pedí jugar en sala con algún equipo se me sugirió que asistiera a las jornadas de categorías inferiores en hierba, a jugar a 30 km del lugar de partida. Y para hacer lo que hice, seguía unas normas de rugby sala elaboradas por la anterior directiva de la federación, que por lo visto luego cayó en desgracia. Esas normas estaban pensadas para introducir la competición en el Deporte Escolar, que mueve miles de chavales en Asturias. Es lo que hay.
En cuanto a las formas, la FER no auspicia competiciones de tocatas (Touch rugby), a pesar de que existen documentos de la propia FER, que advierten de su caracter idóneo para el inicio del rugby entre los más jóvenes, y lo recomiendan tras compararlo con el Tag (”la cintina”). El problema es que el Tag paga derechos y se convierte en producto de “merchandising”, mientras que el Touch se practica con solo unos “playeros” (hombre es recomendable ponerse algo encima, por decoro). Incluso mi idea era llevar el rugby sala a las plazas de las villas, como creo se hizo en La Castellana de Madrid en una ocasión. Algún día, si las cosas se hacen bien, se podría ver jugar un tocata a un grupo de niños, en un pueblo cualquiera, junto a otro grupo que de patadas a otro balón redondo entre cuatro chaquetas tiradas en el suelo.
Saludos.
Shelford
el proyecto creo que hoy ya esta hundido y no porque lo hayan torpedeado, despues de leer este docuemnto que es la ley, creo que me da la razon en le tema de saltarse los Estamentos que rigen el deporte en un Pais, esta claro que para montar algo tienes que tener el beneplacito de la respectiva Federacion y del CSD, osea que alguien me diga si no nos han vendido humo.
http://www.damanegra.com/2007/11/11/una-liga-profesional-de-ajedrez-3-sociedades-anonimas-deportivas/
Es una pena, todos teniamos esperanza que detras de todo esto hubiera algo sensato y creo que desde el principio estaba finiquitada
Phil Bennett
Yoosie y David Suarez, me gustaría comentaros que, desde mi punto de vista, no tiene nada que ver desarrollar las escuelas de rugby y divulgar este DEPORTE en una capital de provincia que en un pueblo o pequeña ciudad de entre 15.000 y 60.000 habitantes donde la proximidad de los centros escolares y las instalaciones es fundamental para poder hacer las practicas, ya sean en suelo duro ó sobre hierba. Si seguimos lamentando que la FER no hace nada, pasarán otros tantos años y seguiremos sin que se fomente y divulgue nuestro deporte. Si la FER no lo hace (es evidente) lo tendremos que hacer nosotros. Hace unos cuantos años, yo, como mucha gente todavía lo hace, culpaba a los deportes mayoritarios del problema del Rugby Base (deporte minoritario). Actualmente, creo que el problema somos nosotros mismos y que nos amparamos en nuestras propias miserias y en la NO EFECTIVIDAD de la FER para justificar nuestras falta de iniciativas. Es decir, yo cambio la pregunta: en vez de decir que los jugadores son la leche y que solo van a entrenar cuando les apetece, yo pregunto ¿que hacemos para que los jugadores no vengan todos los dias a entrenar? ¿que les ofrecemos para que sea atractivo el rugby para ellos? ¿hacemos lo suficiente? ¿estamos ofreciendo lo mismo que hace 30 años cuando ninguna de las tecnologias al alcance de todos no existían? ¿podemos seguir ofreciendo lo mismo que a nosotros en nuestra época (tengo más de 45 años)?.
Lo que quiero decir con todo esto, es que para descubrir los caminos adecuados tenemos que ser mucho mucho más autocríticos y no responsabilizar a nadie de que somos un deporte minoritario y empezar a pensar COMO SI FESEMOS UN DEPORTE MAYORITARIO, de lo contrario nos vamos a ahogar en nuestras propias penas.
yoossie
Phil Bennett, eso mismo estoy diciendo yo, que actuemos y nos dejemos de quejar de lo que no hacen. Pero para hacer una liga escolar necesitas saber a qué organismo tienes que presentarle la idea. Además SÍ nos podemos quejar de lo que no hace la FER, porque una federación tiene como objetivos potenciar su deporte y mejorar la calidad de sus selecciones (o en caso de deportes individuales las de sus deportistas de forma independiente). Y, curiosamente no hace ninguna de estas cosas nuestra federación. Por eso, y como máximo organismo del rugby español, nos podemos quejar de ellas. Al igual que lo podemos hacer del político de turno que no hace lo que debería en su puesto (alcaldes, presidentes comunidad o presidentes del gobierno). Son el blanco de las críticas, porque tienen esa responsabilidad sobre sus hombros…pero, yo soy el primero que dice: Ya que no hace nadie nada, ¿por qué no intento hacerlo yo y luego que se apunten si quieren? (vaya eso no sé porqué me recuerda a la SIR)
Y Shelford, ya te he contestado en PAS, pero te contesto igual aquí, que sí, que eso es la ley, pero esa misma ley (creo que del 88) sólo reconoce como ligas profesionales la ACB, y las de la LNF (1ª y 2ª división de fútbol); cuando en la actualidad hay ligas profesionales como la ASOBAL, FUTSAL, Superliga de Volleyball, y otras muchas…que son, según la ley española, alegales (que no ilegales), porque no están contempladas en la ley. Además, está en proyecto de aprobación una ley del deporte que recoja los cambios experimentados durante los últimos 20 años en el deporte en España…Así que si otras ligas son alegales (mira la de Fútbol Americano o Gaélico ibéricas), no existe ningún problema para que esta también lo sea. Se crea la liga, si funciona, seguro que la gente se suma, que no funciona, pues ya está. Pero la ley española no impide su celebración…y más aún si esto significa un avance para el deporte (el CSD como buen estamento político lo que le interesa son los éxitos y no poner demasiadas puertas a la posible evolución del deporte en España).
Que lo que recoge esa ley es que debería estar la FER y ser aprobada por el CSD, cierto, pero eso no significa que no pueda primero echar a andar esa liga, y luego buscar esos apoyos…
(no os creais las leyes al pie de la letra, porque son interpretables).
Phil Bennett
Yoosie, entre quejarse y lamentarse hay un abismo.Yo, me quejo todos los días de que la FER siempre vá a remolque y es más de lo mismo y, todo esto, sin entrar en el detalle, pero no nos podemos estar lamentando que suceda todo eso. En cuanto a la posibilidad de organizar una liga escolar, de caracter local, me temo que los competentes son los responsables de Educación Fisica de cada centro y las APA´s para poder, a traves de ellas, conseguir algo de dinero.El resto, ya lo sabes: o pone tu Club o no se hace. Aquí es cuando tú tienes razón y dices: joder y que hace la FER para ayudar a todo este trabajo de los Clubs
David Suárez
De acuerdo, Phil Bennentt, y con esas mismas premisas inicié yo mi experiencia, pero luego chocas con el muro (the walls? o algo así de la canción). Como dice Yoossie, ¿como vas a jugar si no tienes con quien? El nuestro es un deporte de competición colectivo y requiere bastantes voluntades para poder jugar.
Solo veo una contradicción en lo que dices. Si queremos ofrecer modernidad, ¿cómo pedirles a los chavales que empiezan, que se entrenen y jueguen en cualquier pradera de la que se saca el ganado, o cualquier descampado? Esa modernidad que buscan y valoran la generación del móvil, tiene dos puntos de encuentro, el campo deportivo o la cancha de su colegio. Lo otro les suena a cutre y antiguo, salvo excepciones. Y si hablamos de campos municipales, cuestan dinero, no lo olvidemos, sin embargo, una cancha de un colegio, si la actividad es incluida entre las extraescolares, está a disposición de cualquier monitor/entrenador.
Otra experiencia más. Cuando se ha ofertado rugby entre las actividades de deporte de vacaciones veraniegas en Asturias, el resultado de apuntados a la actividad es cero. La razón es sencilla, hay que pagar por ello. Otras actividades y deportes tienen que poner cupos de admisión, pero en el nuestro debemos ser conscientes que, cualquier obstáculo impide el acercamiento del chaval.
Saludos.
Shelford
Esta claro que nuestro deporte depende de tener canchas de Rugby, todavia me cuerdo cuando vi en edimburgo no se que parque con tropocientos palos de Rugby, era algo increible, aqui tendriamos que aprovechar los de Futbol, y esos por experiencia estan superutilizados, y los que tenemos de rugby, pues os pongo el ejemplo del Bath que vino a Sevilla, no le dejaron entrenar en Cesped, y un dia se econtraron en el campo de cesped artificial un partido de solteros contra casados y tuvieron que entrenar en medio campo, patetico de verguenza ajena. lo tenemos muy dificil, somos los ultimos en llegar.
Necesitamos un empujon, pero quien lo da.
David Suárez
Shelford los empujones te los das o no, pero mientras tanto hay que hacer las cosas por uno mismo. Lo decía P.B., no podemos seguir echándole las culpas al fútbol, ¿que hicimos nosotros hasta ahora por mejorar? Curiosamente en los debates enconados que últimamente se estan teniendo sobre LSI, cuando parece que todos los intervinientes (casi siempres somos los mismos) están en la misma discusión, aparece un mensaje de alguien que pregunta ¿por que cadena dan el próximo Seis naciones o cualquier otro? Luego: 1. El seguidor de rugby está mas interesado en lo que pasa por la geografía mundial del rugby que en su propia casa. A este respecto, alguien contaba lo del partido de España vs. Georgia, que despues del mismo estaba un cierto pub irlandes lleno de espectadores del Seis naciones, creo.
Cualquier proyecto de reforma del rugby choca con la presunción de que se está atacando a su espíritu, puesto que no es así como funcionan las cosas en ¿Escocia?, según la particular apreciación de cada uno. Luego 2. El rugby sufre un atraso provocado por su intrínseco conservadurismo.
Hasta hace muy poco los que cobraban por jugar a rugby (los treicistas), eran llamados de forma despectiva como mercenarios. Mientras la mayoría de los deportes colectivos se profesionalizaban, el mundo del rugby despreciaba incluso a las olimpiadas porque en ellas se cobraba por participar (no por hacer deporte, por participar). Luego 3. Estamos reproduciendo los problemas de los que fueron por delante, hace mucho tiempo. Con el añadido de no haber reconocido nuestro error, lo que significa que tenemos intacta la soberbia y los aires de superioridad con respecto a otros deportes (por ejemplo al fútbol).
Etc. Etc. …
Así que el problema es nuestro y la solución está en nuestras manos, no en la ayuda exterior. Cambiemos, como lo está haciendo el resto del rugby europeo, pero tenemos que hacerlo nosotros.
Saludos.
David Suárez
Los empujones te los dan …, no te los das como puse por error (una simple letra cambia el sentido de lo dicho).
Saludos.
Phil Bennett
David Suarez, yo no hablo de la excelencia en las instalaciones.Me dá lo mismo el lugar y tipo de suelo, con tal de cumplir el objetivo de hacer las sesiones de los niñ@s lo más amenas posibles para que vuelvan el próximo día.No busco la excelencia a no ser que hablemos de que los niñ@s se diviertan.Y estoy MUY de acuerdo contigo cuando dices que el problema es nuestro y la solución está en nuestras mano. ¡¡¡Basta ya de echar la culpa a otros deportes !!! cada uno tiene que buscarse las alubias de la mejor forma posible y con imaginación.
Shelford, si seguimos mirando a otros paises donde hay cultura de rugby, sobre todo, para decir la cantidad de campos que tienen, vamos a entrar en depresión. Ellos también podrían decir que que cantidad de pistas de tenis de tierra batida tenemos.
yoossie
David Suárez, fui yo quien dijo lo del partido del 6N, fue con la quedada que hicimos los de Lunes de Rugby, que al final publicaron talona y warren en Balon Oval, y que os podríais haber venido, que nos lo pasamos muy bien…y eso que yo me fui pronto (a las 10 de la noche y habíamos quedado a la 1 de la tarde). Y te lo pueden corroborar: rick, jetulio pencas y otros muchos que llegaron más tarde…Es más, conozco bastantes aficionados que sólo conocen el 6N, les hablas del Super14 y no lo conocen, ¿qué vamos a decir de la liga española?
D Pero para los chicos actuales, les llevas a un campo donde acabas de echar a las vacas (que te han cortado el césped a la altura precisa jeje) y te dicen: ¡qué cutre!¡en un campo de vacas!, se empiezan a reír y a los 3 días sólo aparecen 3, y eso si aparece alguno…Ese es el problema, el gran problema de las generaciones actuales, que piden instalaciones profesionales y no suelen ser muy dados al compromiso, pero eso también es algo cultural y si consigues que se comprometan los chicos…tenemos ya mucho ganado….no sé cuál debe de ser el mejor método, pero debemos hacer algo si queremos algo, porque sino seguiremos bajando de nivel hasta que no quede nada de lo que poder avanzar.
Y, Phil Bennet, en eso tengo que estar de acuerdo con ambos, primero porque a mí personalmente me da igual entrenar en un campo de vacas que en Cantarranas, bueno, prefiero el campo aunque tenga que estar toreando a las vacas
David Suárez
¿Qué tal este pequeño programa de acción?
1. Una competición profesional que se pueda luego agrandar y que de momento sirva como espejo.
2. Reforma total del seven, hasta donde se pueda en España, para intentar conseguir selecciones ganadoras, como la femenina, que sirva para llamar la atención de los medios. La Copa de Yoossie ayudaría bastante.
3. Competiciones escolares de rugby sala, que puedan engancharse con la plurideportiva del Deporte escolar.
Tres puntos muy escuetos que esconden mucho trasfondo, y rompen con la idea de que solo hay un rugby posible.
Saludos.
Phil Bennett
David Suarez, hace aprox. 10 años o algo más, propuse de manera informal, pero lo hice, a los rectores en aquel momento de la FER una liga seven, a modo de prueba, paralela a la liga de D. Honor, es decir, el equipo seven viajaba con el primer equipo y se enfrentaba al mismo Club que lo hacía el XV; ¡¡pues nada !!, ahí seguimos. En cuanto a las competiciones de rugby en suelo duro, mi experiencia me dice que es posible y que los centros escolares, en nuestro caso, son bastante receptivos. Otra cosa es tener gente suficiente en tu Club para hacer el trabajo de escuelas y coordinar esos posibles Torneos.
Yoosie, además de las instalaciones, compromiso ó no, ten muy claro que tenemos que rompernos la cabeza para que los niñ@s que vienen a entrenar lo hagan sonriendo y divertiendose pues es la única forma de que vuelvan al siguiente entrenamiento.Por eso, yo creo que no se puede poner de monitor al primero que se ofrezca ó a ese exjugador ó al padre de tal o tal, etc.. se debe de poner al que reuna las condiciones de divertimento, alegría etc…Parece que estoy hablando de Sor Citroen, pero, en mi opinión, debería ser así.
Shelford
David.
Esa competicon es la SIR,
El Seven creo que con Arenas, un enamorado del Seven España llego a jugar a cierto nivel.
Competiciones Escolares primordial fundamental.
yoossie
¿La Copa de Yoossie? ¿Qué es como la Copa Coca-Cola?
Porque yo no tengo un duro para hacerla ¡eh!, jejeje 
Mira la Idea de Phil Bennet, la verdad es que es muy buena, hacerla en paralelo, pero me parece que en seven hay que tener más competencia aparte de jugar contra sólo 1 equipo, quizás reuniendo a todos los equipos de la zona en algún campo cercano (sólo un extra en el desplazamiento, para llegar a ese campo). Pero como he dicho, debería haber por lo menos 24 equipos por fin de semana, que participaran en 10 pruebas y que al final se hiciera un campeonato final en una sede variable con los 24 mejores equipos, según las normas de puntuación del Circuito Mundial de 7. Esto crearía especialistas en 7, e incluso fomentaría la creación de equipos sólo de seven, que tras unos 2 ó 3 años podrían presentar una selección de garantías para poder participar en el circuito mundial de la IRB. Pero a la FER, no le interesa hacerla, así que, o nos basamos en iniciativa privada, o no lo vamos a conseguir nunca. Lo ideal sería conseguir muchos equipos 50 ó 60 que participaran en las 10 pruebas, pero de inicio me conformaría con que fueran 30, y se celebrarían unas 30 pruebas (sólo parón por compromisos selección de 7) con lo que darían posibilidades a participar a casi todos los interesados en la propuesta.
Y David, es lo que dice Shelford:
1. Competición Espejo = SIR (ya que la división de honor lleva muchos años y no lo ha conseguido)
2. Lo del 7, ya he expresado mi idea del Circuito Nacional de 7, pero me temo que también vamos a tener que hacerlo por iniciativa privada.
3. Y sí, es fundamental en la variedad de sala, ya que todos los colegios tienen polideportivos. Pero como dice Phil, hay que tener a alguien en el club con la cualificación de entrenador, porque no vale cualquiera. Phil por cierto, aunque tenía bastante mala hostia, no veo a Sor Citroën enseñando rugby…jejeje. Y, yo creo que los niños les pones a jugar al rugby (según la edad y con su competitividad innata) y suelen divertirse…al menos es la experiencia que me han transmitido gente que ha llevado el rugby a los colegios…empezando por lo básico: Sólo se puede pasar con la mano hacia atrás, y en vez de cintitas, pañuelos o cualquier cosa que te pueden quitar, puede ser sólo si te agarro, no sé, pero seguro que en el reglamento de rugby sala del que habla David Suárez está todo especificado (y sin tener que pagar nada a nadie por la idea de dicho juego).
Phil Bennett
Ahora que está tan de “moda” el tema del rugby portugués (SIR, Selección,IRC, etc…) os diré que hace de más de 10 años los portugueses prepararon videos divulgativos para jugar rugby a 3 y a 5 en suelo duro y con sus propias normas. No me lo han contado, los tengo yo. Igual también en esa faceta nos llevan cierta ventaja ¿no?. Pero en este tema, volvemos a lo de siempre la “famosa” FER. ¿Tanto podía costar hacer copias y repartirlas? o ¿es que los portugueses no tenían credibilidad rugbistica y por eso no se le dió importancia a esa nueva forma de divulgar y reclutar?. ¡¡¡¡joder que tranquilo me he quedado después de decir esto !!!!
David Suárez
Empezando por el final … La FER tiene unas normas sobre juego en superficies duras, pero no son finalistas, son transitorias y además urge a que lo sean por el tiempo mínimo, os copio lo que dice textualmente ” Estos juegos son un recurso pero tienen una vida limitada y en el caso de jugadores que aprendan a partir de ellos es necesario retomar los aspectos relativos al contacto y los problemas afectivos que emanan de ellos.” Textual, sin comas, como figura en el escrito que yo tengo.
En cuanto a cómo “placar”, en las normas que llama Rugby a “5″, dice:
“Forma de juego: … Si un jugador, con el balón, es tocado por un adversario con la mano debe pasarlo inmediatamente a un compañero. En caso de no hacerlo rápidamente el balón se dará al otro equipo.
El tocado sustituye al placaje y es la única forma de contacto en este juego. Después de un tocado, atacantes y defensores solo pueden jugar el balón si están detrás de la pelota. En ningún caso se puede bloquear el balón.”
Es documento FER recomendado para primaria, para últimos cursos de primaria recomienda el Rugby a “6″, con toque a dos manos. En ambos casos en una cancha de balonmano como la que hay en casi todos los colegios. Por encima de Primaria no permite estas modalidades.
Todo está inventado, lo que queda es rompen las limitaciones.
Saludos.
David Suárez
En cuanto al seven, no debemos olvidar que es un deporte de verano, así que la idea de P.B. es dificil, aunque no imposible. Además el seven debe ayudar al XV, formando jugadores no compitiendo con él.
La Copa Yoossie no es una liga, no se trata de competir por ese sistema, se trata de aprovechar las competiciones seven que hay por España y, tras seleccionar un circuito, unificar normas para al final dar una copa al mejor de ellas, según el estilo de las Word Sevens Series de la IRB, a tamaño casero.
Saludos.
yoossie
David Suárez, el único problema del seven en verano es que es muy difícil conseguir que 10 ó 12 equipos participen en un mínimo de torneos para conseguir que haya competición en plan Circuito Nacional de Seven, y algunos variables que completen los torneos…
).
Y, también se puede competir a 7, es más, como se le incluya dentro del programa olímpico, va a ser al único al que se va a competir en España. En otros países avanzados (en esto del rugby) los jugadores de 7 y XV son distintos, y se usa a los primeros en el XV…y no al revés como aquí en España.
Por eso, mi idea también podría ser sacarlo del verano (no inicialmente), o hacer 2 circuitos, uno más lúdico en verano y otro más en serio en invierno…ya que la FER pone imposiciones a los equipos de que tengan equipo B y demás, creo que se podría hacer una imposición de tener uno de 7 en vez de equipo B (algunos equipos han renunciado a sus plazas por no cumplir estas condiciones) aunque sólo fuera de forma transitoria y obligandoles a los de DH a tener ambos equipos…(y estoy en contra de las obligaciones, ya que debería ser algo que debería hacer el club porque le conviene, no porque le obliguen). Y luego una final que nos dilucidará el ganador en cada torneo de los equipos que hayan conseguido suficientes puntos para clasificarse (los 24 primeros)…y de ahí se puede obtener casi seguro una buena selección de 7 de la que tirar para mejorar a la de XV…como digo, si se hace olímpico, esto es lo que quedará, y la FER, matará el XV (espero estar equivocado que a mí me encantan las melés de 8
David Suárez
Pues yo no lo veo así, Yoossie. En invierno es dificil lograr campos en condiciones para el seven, un tipo de juego en el que prima la velocidad y los movimientos rápidos, con giros y demás. Necesita campos de buena consistencia, incluso algo duros. En España no estamos tan sobrados de ellos. La idea es que, en una serie de competiciones seven que se celebran en España se les prime con puntuación FER, por ejemplo 10 puntos a repartir del 1º al cuarto, y que, al final de la serie, reciba una copa el equipo que más puntos haya acumulado, dado un número mínimo de competiciones a participar. Supongamos un circuito de diez sevens, de los cuales haya que puntuar (o participar) en, pongamos cuatro o cinco, si un equipo gana uno de ellos, sentira el aliciente de jugar en otros tres o cuatro, para rentabilizar su ganancia con una Copa. Es un estímulo a que se mueva todo el sistema. Habría que contarlos, pero creo que se superan con creces los dies campeontaos seven en España (en Asturias hay dos consolidados, al menos).
Lo otro, lo de la anulación del XV por el Seven, no está en el horizonte de planificación posible (es posible a cincuenta años vista, aunque incierto). En primer lugar porque el XV es la especialidad consolidada, en segundo porque ni siquiera el seven es aún olímpico y en tercer lugar, porque para desarrollarse independientemente del XV el seven debe afrontar amplias reformas que está por ver si se acometen o no (reducción de ancho de campo, aumento de tiempo de juego, eliminació del saque de lateral tradicional, que tiene poco sentido en el seven, etc.).
Saludos.
yoossie
Exacto, es lo que yo digo de inicio y si es posible luego acometer lo mismo en invierno, creando 7’s a dicho efecto, pero como digo, hay que haber una base de equipos que participaran en esos 7 mínimos, saber que hay por ejemplo 10 equipos dispuestos a presentarse a 5 ó 6 campeonatos de unos 10 ó 12 (que creo que se superan ampliamente) y jugarse la copa en uno hecho al efecto justo una semana antes del comienzo de la liga de DH (la cual por cierto deberían de adelantar su comienzo, porque luego nos quejamos que El Salvador hasta los últimos 2 partidos no hace sus mejores actuaciones en Challenge, pero es que el resto aparte de las ventajas obvias que sabemos, tienen 2/3 semanas más de competición cuando llegan a la primera jornada europea).
Tras esto, si existe la posibilidad (y como se haga olímpico el rugby a 7 existirá) se hará un circuito de invierno, más profesionalizado y con mayor capacidad para sacar jugadores específicos para la selección (olímpica). Y lo que digo de la desaparición del XV, me refiero al caso del XV en España (no desaparición completa, pero sí de la gran inversión oficial en rugby) como el 7 se haga olímpico al llegarle dinero del plan ADO…no sé hoy estoy negativo y más conociendo como está esto, pero a mí me parece que puede que se dé de lado al XV por parte de la federación (porque como el 7 es el que le da prestigio…).
yoossie
Por cierto, que en mi anterior quizás no he dejado claro esto, pero estoy completamente de acuerdo en que se haga el rugby a 7 olímpico y realmente creo que atraerá los focos sobre este deporte, pero dudo de la capacidad de nuestros dirigentes para gestionar bien esa publicidad y reconducirla al XV, que a mí, personalmente, me gusta más que el 7, pero también me gusta ver los partidillos de 7.
Por cierto, yo no veo tanta necesidad en reducir los campos en 7 porque así es más complejo sobretodo de defender pero también de atacar, sí en lo de la Touche (sólo saque rápido hacia atrás)…y el aumento de tiempo, hacer todos los partidos del tiempo de las finales se puede…se reduce el número de equipos participantes, y punto. Por el resto, creo que no se necesitan muchas más diferenciaciones.
David Suárez
Es una buena idea la de mantener el mismo campo para siete y para XV, porque aumenta las sinergias entre las dos variedades, pero no se le puede pedir a nadie que juegue a tope durante un largo tiempo, y menos en verano, aparecerían accidentes indeseables. Por otra parte, no es necesario que un campo de XV y de Seven tengan el mismo ancho, especialmente si las líneas de 5 y 15 de lateral no tienen función (no hay que contener a siete delanteros entre ellas). Luego, si no es necesario y es conveniente, la reducción se debería imponer como mínimo en los 5 metros de distancia obligatoria del saque. En cuanto al saque de lateral, se puede mantener el espíritu del rugby de disputa “neutral” del mismo, con un saltador por equipo, pero sin ascensor (como se hacía antes), o deribar hacia el saque tipo fútbol pero hacia atras (o tipo XIII, en algunos casos). El problema es el miedo a que el seven se “coma” al XV, especialmente en algunos lugares como las Islas del Pacífico. Algo así como lo que dices tu, Yoossie. No obstante, el desarrollo del seven es imparable, según mi punto de vista (y deseable).
Saludos.
David Suárez
Con respecto a este debate, acabo de ver que en Uruguay hay un enfrentamiento por los jugadores que van seleccionados al XV y al Seven. Los calendarios se solapan y han suspendido un entrenamiento de la Selección de Seven por disputas por jugadores que están en ambas formaciones.
Saludos.